quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Charlie Sheen


Carlos Irwin Estevez, muito mais conhecido como Charlie Sheen, veio a público recentemente anunciar que é portador do vírus HIV. Antes de mais nada, deixemos claro que, ser portador do vírus, não significa, necessariamente, ter a doença AIDS. Ele se abriu durante uma entrevista em um programa de TV dos Estados Unidos, TODAY’s Matt Lauer.


É fato que ele tem uma vida polêmica, mas não justifica o volume desnecessário de fofocas e sensacionalismos midiáticos em cima dele. É lamentável o momento “Big Brotherístico” que o ser humano vive hoje em dia.


Deixem o Charlie Sheen viver a vida dele, em paz. Eu achei muito corajosa e legítima a atitude dele em vir a público anunciar ser portador do vírus. Sou suspeito para defendê-lo, pois sou muito fã do trabalho dele, desde as suas comédias nos anos 90.


Penso que a vida particular dele, diz respeito somente a ele, à sua família e aos seus amigos. Excesso de álcool, drogas e sexo não tem absolutamente nada a ver com caráter. Se ele se excede, a escolha é toda dele.


Diga-se de passagem, o mundo está repleto de filhos-da-puta que não bebem, não usam drogas e nem fazem sexo, portanto é sempre importante olhar-se antes no espelho, ao invés de julgar. Percebo que aqueles que mais julgam, são os que mais invejam.


Com ou sem excessos, adoro o trabalho do Charlie Sheen, o acho espontâneo, autêntico e livre. A vida pessoal dele, pode não ser um exemplo, mas quem precisa de um exemplo de vida? Eu não preciso! Faço da minha vida o que eu achar melhor, sem precisar julgar ninguém. Mesmo eu sendo julgado.


Durante anos acompanhei “Two and a half men”, assistindo aos 262 episódios. Eu era e ainda sou muito fã da série. É claro, senti-me órfão quando o Charlie Sheen saiu.


O personagem dele era excelente, assim como a sua atuação, posteriormente fazendo uma falta imensa. Foi difícil assimilar o Ashton Kutcher (apesar da boa atuação), mas a série ainda se segurou com os ótimos personagens “Allan Harper” e “Berta” (Jon Cryer e Conchata Ferrell), entre outros.


Desejo muita saúde e luz para o Charlie, e que ele continue nos fazendo rir muito, por mais uns 50 anos!


Obs.: Burt Reynolds, vá se foder!




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