quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Nelson Mandela (parte II)

foto por: Roberto Stuckert Filho/PR


foto por: Matt Dunham/AP

 

foto por: AP/SABC

Nessa semana estamos acompanhando os eventos ligados ao funeral de Nelson Mandela. Estão presentes na África do Sul todos os líderes políticos do planeta. Não tenho conhecimento de nenhuma outra celebração, em qualquer nível, em que estivessem reunidos tantos líderes simultaneamente, sobretudo com um intuito em comum alheio à própria nação.
Os cinco presidentes vivos do Brasil. Três presidentes vivos dos USA. Reis, príncipes, primeiros-ministros, religiosos, artistas e o aperto de mão entre Raul Castro e Barack Obama.


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Nelson Mandela

(1918 – 2013)




































Parece um personagem de filme de heróis? Parece o protagonista de um seriado de fantasia? Mas não é, este homem existiu na vida real. Ele é Nelson Rolihlahla Mandela, provavelmente o maior e mais forte exemplo de um grande homem que tivemos nos últimos 150 anos.

Há incontáveis seres humanos do bem, geniais e especiais, mas em toda a minha vida jamais encontrei alguma outra pessoa que representasse de forma tão coesa, tudo o que este homem representa: liberdade, justiça, paz, perseverança, coerência, direitos, igualdade, luta, raça, paciência, positividade, prosperidade, esperança, liderança, respeito, vitória, força, razão e coragem.

Eu receio que a humanidade fique mais fraca e medíocre sem este homem no planeta.

Salve o eterno Nelson Mandela !


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Dia de Ação de Graças


A imagem fala por si só.
O Paul tirou e publicou esta foto há poucos dias atrás.
Poupo minhas palavras.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Direita e Esquerda



Há muitos anos era compreensível e lógico, distinguirmos a tendência, o comportamento ou até mesmo a filosofia política de um cidadão ou partido como sendo de, "esquerda" ou "direita". Não me cabe aqui neste texto agora abordar a origem destas definições. De qualquer forma, havia e eram muito utilizadas. O mundo, seus habitantes, seus pensamentos, suas posturas, seus ideais e suas denominações mudam (felizmente) com o passar do tempo. O mundo evolui, não necessariamente no sentido positivo. A evolução destrói estigmas filosóficos, religiosos, físicos, científicos, emocionais, psicológicos, racionais, instintivos e até mesmo metafísicos. Mas a evolução também constrói.
Prefiro agora não dissertar sobre as causas e consequências da evolução humana, mas sim ater-me às definições "esquerda" e "direita".
Deixo claro que, hoje não mais acredito nessa divisão estereotipada e maniqueísta entre o bem e o mal sendo paralelizados à direção política do indivíduo ou da cultura determinada da sua comunidade ou afins.
Meus caros, prestem atenção, estamos no ano de 2.013 e não podemos mais determinar as pessoas por seus avatares sociais. Não é mais possível, felizmente, determinar uma pessoa como sendo de "esquerda" ou "direita", sobretudo quando a intenção é pré-definir quem é "do bem" ou "do mal".

Se utilizarmos os conceitos e parâmetros do passado e aplicarmos no comportamento atual, o resultado será:

Direita: Egoístas.
Esquerda: Invejosos.

Direita: Preconceituosos assumidos.
Esquerda: Preconceituosos enrustidos.

Direita: Tem o poder e faz de tudo para manter.
Esquerda: Não tem poder algum e faz de tudo para ter.

Direita: Quando estão no poder, continuam sendo autoritários.
Esquerda: Quando chegam ao poder, tornam-se muito autoritários.

Direita: Adoram o dinheiro que tem.
Esquerda: Adorariam ter o dinheiro que a direita tem.

Direita: Os mais radicais são perigosos e violentos.
Esquerda: Os mais radicais são perigosos e violentos.

Direita: Atualizaram-se e seguem suas vidas, difundidos na sociedade liberal.
Esquerda: Pararam no tempo e insistem em acreditar que a esquerda ainda existe.

Direita: Muitos são amáveis e leais.
Esquerda: Muitos são amáveis e leais.

Direita: Levantam a bandeira do moralismo porque acreditam que aquilo é o que lhes faz bem.
Esquerda: Levantam inúmeras bandeiras porque não sabem exatamente o que lhes faz bem.

Direita: Transitam facilmente na ideologia política do Centro.
Esquerda: Transitam facilmente na ideologia política do Centro.

Direita: Durante muito tempo, esconderam-se por covardia e vergonha.
Esquerda: Ainda hoje, aparecem exaustiva e desnecessariamente.

Direita: Muitos respeitam a natureza e as regras sociais.
Esquerda: Muitos respeitam a natureza e as regras sociais.

Direita: Pratica um conceito estranho e perigoso quanto à liberdade.
Esquerda: Pratica um conceito compreensível e perigoso quanto à liberdade.

Direita: São discretos e não tentam me convencer de nada.
Esquerda: São expansivos e insistem em me fazer acreditar naquilo que eu não acredito.

Direita: Tem pouco a dizer e muito a fazer.
Esquerda: Tem muito a dizer e pouco a fazer.


Por que algumas pessoas ainda insistem em achar que o "bem" e o "mal" podem ser chamados "de esquerda" ou "de direita". Eu não acredito mais nisso. E você acredita?


domingo, 1 de dezembro de 2013

"Luz acesa"




Autor: Ana Carolina

Olho para o céu e o que vejo
São nuvens carregadas de você
Piso a areia e penso no teu beijo
Sei que um dia vai acontecer

Tudo é ausência no que quero
Um barco no horizonte que não vem
Você era somente o que faltava
Pra me faltar tudo de uma vez

Noites me atravessam sem luar
Tardes que terminam sem ter fim
Um dia ainda consigo lhe falar
Da tempestade que causou em mim

Passa
Como quem rompe a represa
Deixando a luz sempre acesa
Mais que uma simples promessa

Venta
Vem junto da correnteza
Vem que eu não tenho saída
Vem transformar minha vida

Me conheço e sei que sempre volto
Pra dentro onde eu me tranco e vivo só
Coisas que não via ando vendo
Preciso é olhar mais ao meu redor

É tanto céu e mar, tantas estrelas
Tudo em volta só quer nos unir
E eu não entendo, eu não entendo
Porque você ainda quer fugir

Noites me atravessam sem luar
Tardes que terminam sem ter fim
Um dia ainda consigo lhe falar
Da tempestade que causou em mim

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Eu não gosto do Facebook





Depois de muita resistência, eu finalmente este mês, entrei no  Facebook. Já havia criado um perfil há alguns meses, mas apenas há dois dias adicionei uma primeira pessoa, lá chamada de “amigo”. De lá para cá, outros "amigos" já foram adicionados.
No passado eu tive perfil no Orkut, mas confesso não gostar nem um pouco de redes sociais. Adoro blogs, Skype, Whataspp, Viber e todo e qualquer outro meio de comunicação, desde que haja a comunicação de fato, pois sinto que o Facebook é um jogo interminável de vaidade e realimentação aos egos carentes, urgentes e competitivos.
Adoro expor minhas ideias, me expressar, trocar pensamentos e descobrir novos caminhos, mas não tenho a menor vontade de fazer isso no Facebook. Por isso, depois de muito tempo, eu volto a escrever algo no meu blog. Porque se alguém estiver interessado de fato no que eu tenho a dizer, fará isso através de qualquer site, seja ele um blog ou um perfil no Facebook. Quem de fato está interessado em mim ou no que penso, está neste momento lendo este texto. (!)
Antigamente era uma delícia ter um blog. Eu escrevia quase que diariamente, mas foram textos que fizeram parte de uma época e hoje já os excluí daqui. De qualquer forma, havia feedback, mesmo que silencioso.  Hoje em dia se eu falar para alguém que tenho um blog, quase ninguém dá a mínima. De verdade, algumas pessoas não tem reação alguma, entretanto imediatamente a pessoa me pergunta se eu tenho Facebook.
Ok, hoje eu tenho. Mas e daí? O que é a verdade?
A verdade é que se você não está no Facebook, quase ninguém lembra do seu aniversário. Praticamente tornou-se um clichê sem fim, “curtir” ou comentar uma publicação no Facebook. E quase há um julgamento quando se “curte” ou não. A verdade é que toda e qualquer ação no Facebook é premeditada, supondo, esperando ou idealizando a reação alheia. Isso soa para mim como uma falácia mental patológica.
Eu não tenho a menor vontade de ver as fotos ou as mensagens inúteis da maioria das pessoas. Não sei o que estou fazendo no Facebook. Não tenho curiosidade, motivação e interesse em visitar os perfis alheios, da mesma forma que não tenho em publicar. Gosto de ler coisas interessantes e que possam trazer algo novo, excitante, visceral, direto, real e intrigante na minha vida. Que de fato acrescente. No Facebook é necessário ler milhares de feeds para se garimpar e encontrar algo realmente relevante.
Façamos um teste. Vou postar este texto aqui no meu blog e ver quantas pessoas irão “curtir” ou comentar.  Se eu postasse no Facebook, muitas leriam, mas o que acontece se eu postar somente aqui?
As pessoas parecem ter perdido a noção do que fazem aqui na Terra. Parecem estar em alta velocidade direto ao muro, e o acelerador chama-se Facebook. Cada usuário daquela rede social parece estar em forte necessidade de dizer algo, mas sem saber o que. Dispenso 98% do que lá publicam.
Alguns me perguntaram por que eu estou no Facebook se não gosto de estar. Eu respondi que em algumas situações é necessário se conhecer para saber o quanto é ruim. Se eu não estivesse lá, tenho a certeza que me diriam: “Você não tem Facebook, então como sabe que é ruim?”.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

You don't know me now

You don't know me now... Why so serious ?
I'm here, I'm Her... I'm Her Filho
And don't forget The Joker.